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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A MINHA PRIMAVERA



A minha primavera, enfim, chegou.
E bendita seja essa visita de estação!
Bem que eu já havia notado seus ensaios de aparecimento: um perfume de acácia inebriante aqui, um sanhaçu faceiro e altivo acolá... e aquele cheiro de novidades,  aquele  vento de esperança, aquela brisa matinal de novo tempo!
Há dias as matas do meu Rio Grande pareciam sussurrar sua chegada... um verde entonado nos pastiçais demonstravam seu passaporte a esse rincão!
As árvores despertam e, contrariando o clima ameno, antes despidas elas agora começam a se vestir com seus brotos, suas folhas e suas flores, entregando novas razões de viver a seus admiradores e habitantes ávidos de aventuras e de novos e alvissareiros voos.
A sanga, carregando as flores que roubou nalguma barranca, dá indícios claros de que a vida está pronta para, novamente, mudar seu clico.
A água morna a molhar meus pés torna o inverno uma mera lembrança que somente será realidade novamente em um futuro próximo. Embora sendo parte do que é natural à nossa vida, o fim do inverno me liberta da angústia fria imposta por algumas de suas boas dezenas de geadas e manhãs esbranquiçadas e congelantes.
A minha primavera se faz sentir!
Renasce o mundo de uma outra forma, a qual desejo sempre aos corações de todos: leve, doce, prazerosa, amigável, cativante, bonita, colorida, receptiva e cheia de esperanças!
A minha primavera é um afago!
Pois que seja bem vinda, que traga sempre boas novas... e que seja eterna enquanto dure!
A minha primavera é nossa!!! Aproveitemos!!!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

SUPERANDO AS DIFICULDADES!!!



Todos os dias vivenciamos e travamos inúmeras batalhas em nosso cotidiano. Umas de maior relevância, outras, nem tanto. Existem aquelas das quais não conseguimos fugir, existem as que procuramos e também aquelas que efetivamente inventamos. As últimas, com certeza, nos poupariam de um grande desgaste se as evitássemos. Com certeza, as classifico como “perda de tempo”. Se tempo é vida, por consequência, tempo bem vivido representa uma melhor qualidade de vida.                                                            
Na busca natural e incessante pela felicidade, o autocontrole me parece ser fundamental. E não que eu seja muito desenvolvido ou um mestre nesse sentido, bem ao contrário. Porém, o fato de não possuir esse “dom” não me faz descartar ou fazer vistas grossas a essa realidade.
Percebi, ao longo dos meus dias, que é de grande valia que saibamos entender quais as batalhas devemos travar. É de suma importância tentar perceber quando vale a pena lutar. E isso se aplica a praticamente tudo, desde aquele estresse na fila do caixa, até aquela discussão com o (a) cônjuge ou, ainda, lavar aquela roupa suja no trabalho (o que raramente é recomendável).
É difícil manter o equilíbrio diante da enxurrada de problemas que nos cercam diariamente. Às vezes é complicado discernir o que é certo ou errado para determinada situação, por mais experiência que tenhamos. Trata-se, na verdade, de um exercício eterno – e interno – no qual devemos nos aperfeiçoar sempre.
Com certeza, trabalhar a mente é um dos grandes trunfos do ser humano. Quem consegue excelência nesse sentido, deveras é mais feliz. Pra essas pessoas, aquele vizinho chato já não incomoda tanto, o que os outros pensam deixa de ter tanta importância, e sempre acham um colorido mesmo nos dias mais cinzentos. Essas mentes treinadas possuem coragem para efetivar mudanças e disponibilizam mais tempo e atenção para as coisas que realmente importam nessa vida.
Vejo com angústia e tristeza momentos em que amigos encontram-se perdidos, sem saberem o que fazer, encurralados por situações que parecem não ter solução. É uma agonia e uma frustração saber e presenciar nossa impotência no sentido de não podermos ajudar aqueles a quem amamos, especialmente durante esses períodos de forte provação.
               Contudo, na grande maioria das vezes, as situações possuem uma boa saída. Não raro, mais de uma. Ocorre, que na hora da tempestade tudo se torna mais difícil de enxergar. Nessas horas, é tarefa complexa a simples manutenção da paz de espírito. Não pensamos direito, não respiramos direito, não vemos as coisas como elas realmente são. Sofremos em demasia. Muitas vezes sofremos antecipadamente ou por coisas que sequer acontecerão.
               São as mazelas da racionalidade, que muitas vezes nos levam a flertar com a insanidade. Isso faz parte do nosso “traço”, da nossa “humanidade”. Aliás, superar as dificuldades é o que nos torna mais humanos, no sentido mais belo e amplo da palavra.
               Por isso, minha amiga, meu amigo, treina tua mente. Acalma teu coração. Alimenta tua alma. Vai em frente, não desiste. Respira fundo, persiste. Quando não souberes o que fazer, busca o equilíbrio na paz, no silêncio, na tua força superior. E creia, ela existe.
               Escolha melhor tuas batalhas. Não desperdiça teu tempo e nem tua vida com coisas que não valem a pena e nem irão acrescentar nada para ti e nem para aqueles que amas. Entendas que até batalhas perdidas, trazem vitórias. Basta que sejam boas batalhas, que mereçam nossa luta e nosso empenho.
               Para quase tudo há uma saída, quase todos os conflitos possuem uma solução. Cerca-te daqueles que te são caros e busca tua luz, que ao certo, sempre estará em ti, talvez momentaneamente encoberta pelo manto de pensamentos negativos, aflições mundanas ou más vibrações externas.
               Como disse Churchill, "se você está atravessando um inferno, continue atravessando"! Ou seja, mantenha-se firme, não se entregue. Vá ao encontro do paraíso, que pode ser vivenciado, muitas vezes, numa simples tomada de decisão pensada e amadurecida no mais íntimo do nosso ser.
Ao invés de buscar o pote de ouro no fim do arco-íris, contemple-o. O tesouro está exatamente ali, e não em algo que certamente não existe. A maravilha da vida está no hoje, pois o futuro é somente uma consequência daquilo que de bom semearmos.
As dificuldades te tornarão mais forte, tuas cicatrizes contarão tua história. Procura ficar com as marcas que valem a pena, que te fazem crescer. Não opte por impressões vazias.
Tu não estás sozinho (a)! Liberta tua alma, alicerça teu coração, e verás claramente a saída.
Tu és um (a) vencedor (a). Acostume-se com isso!!!


Imagem de arquivo pessoal


terça-feira, 24 de maio de 2016

SEJAMOS MAIS OUTONAIS

Às  vezes, precisamos ser mais outonais...
...mudar de cor, mudar de tom...respeitar, aceitar e melhorar com as estações  da alma.
O outono é uma estação belíssima. As árvores,  por exemplo, mais do que uma possível sensação de perda, transmitem um sentimento de renovação, de mudança...desde a mudança da cor até  a inevitável  queda de suas folhas, a mensagem que percebo é  de esperança, de fé  no futuro! A paisagem não  forma um cenário  de perda,  mas de novas possibilidades.
As árvores sabem dos invernos...possuem no cerne o aroma e o frescor das primaveras, o calor e a intensidade  dos verões. Por isso,  não temem. Se renovam à  cada estação. Singram os invernos com a certeza e a fé de que haverá flores e sóis, logo adiante. Aprendem com as dificuldades. Sabem que necessitam enfrentá-las na cruzada da existência. Se reinventam e até  se tornam mais imponentes a cada vitória. Seguem contribuindo para o ciclo da natureza, ainda que fragilizadas ou despidas de certa parte de sua essência. São  suporte para muito daquilo que as cerca. Olfateiam novos tempos.
Também mantemos nossas belezas internas e externas nos outonos da vida. Às vezes, por perturbações de espírito, nos esquecemos disso. Mas somos fortes, dotados de capacidade inigualável de adaptação e perseverança. Nossa mente é  um portal infinito para o que há  de melhor,  basta que tenhamos a coragem de viajar em nosso interior.
O outono da alma deve ser resiliente, preparando o espírito para o inverno dos dias. Talvez por isso deva ser ainda mais apreciado,  pois é  nele que  ganharemos o aprendizado e a preparação necessárias para atravessarmos o frio, até podermos novamente aproveitar o perfume, o brilho e o calor de dias melhores para nós  e para aqueles a quem amamos.
Se outonal  é preciso. Deixar pra trás o que não  serve, mudar de "pele"...tudo isso é  necessário.
Nossa melhor estação sempre será  a felicidade.

Foto Google/internet


quarta-feira, 18 de maio de 2016

A PONTE PARA O FUTURO

Não é novidade, é uma CERTEZA. Quanto mais converso com crianças, adolescentes e jovens,  mais eu me convenço de que a tal "ponte para o futuro" deve ser embasada em investimento pesado na educação inicial, básica, primária. Devemos cada vez mais apostar na educação que realmente dá o ensinamento necessário mínimo para que um ser humano possa ter a liberdade de se desenvolver com autonomia,  segurança e rumo. Devemos possibilitar que nossas crianças tenham um alicerce fundamental para que no futuro possam ter consciência,  capacidade e noção de qual caminho podem, devem ou querem seguir. Devemos propiciar que elas sejam capazes de decidir, sem que se sintam órfãs de apoio e preparo, sem que tenham ou experimentem a sensação de exclusão em suas vidas, como se algo estivesse errado. Devemos lutar por um ensino com professores bem remunerados, preparados e que realmente queiram estar nas salas de aula, efetivamente educando, sem tendências ideológicas, sejam elas quais forem.  Um ensino em que, da interação entre aluno e professor, resulte a certeza de que teremos mais cidadãos preparados para o mundo e seus desafios, com mais alma e sentimentos de família e coletividade, com menos individualidade,  sem que,  no entanto,  percam sua personalidade e jeito próprio de ser. Uma educação baseada em respeito e limites, pois ao contrário do que se prega ultimamente,  crianças, adolescentes e jovens devem sim, ter limites e saber o que é correto ou não, entendendo e arcando com as consequências de suas decisões.
Enquanto é lindo, gratificante e encantador ver jovens educados e bem orientados,  também é frustrante o contato com tantos inocentes despreparados e sem qualquer noção sobre a vida real e seus constantes desafios. Uma sociedade que educa, evolui. Uma sociedade que educa, melhora. Tem seres humanos melhores.  Essa é a ponte para o futuro.  O resto é recreio perigoso e sem organização. O resto é tumulto deseducado. 
Sou a favor da volta do poder e interesse familiar,  da valorização dos educadores e meios de educação.Sou a favor de uma ponte para o futuro digna, concreta, possível e urgente.
Como construir essa ponte não é segredo. Também é fato que temos preferido usar o rio e nadar contra a correnteza, e a favor de interesses não muito salutares.
Vamos erguer logo essa ponte,  pois um futuro melhor ainda nos aguarda.

Imagens Google/internet




quinta-feira, 12 de maio de 2016

HOMENAGEM NO CTG GRUPO PAMPA E MINUANO


Uma noite mais do que especial vivida no CTG Grupo Pampa e Minuano, uma entidade maravilhosa, que vi nascer pelas mãos, dedicação e empenho de pessoas como o grande Valter Cuadros  que hoje é um esteio firme da nossa cultura em Bagé, pelo esforço e capacidade de tantos outros amigos! Guardarei essa noite com muito carinho, em meu coração, pois momentos como esse nos fazem persistir naquilo em que acreditamos, fazem nosso estradear valer a pena. No palmilhar dos rumos culturais, a valorização é motivação eficaz em todo e qualquer instante, pois a cultura é um trabalho árduo, silencioso, mas que ecoa para a eternidade. Eu e minha família somos gratos a todos os amigos do Pampa e Minuano.Vida longa à poesia, à música. Vida longa a tudo que é nosso, ao nosso chão. Abraços, muito obrigado.


quarta-feira, 27 de abril de 2016

AS DORES DO FRIO



Não gosto de inverno/frio. Na verdade, detesto. Ele agasalha e conforta somente quem tem um mínimo de sorte nessa vida. Judia de quem já tem pouca ou quase nenhuma fé. Ele encurta a vida do sol. Ele prolonga a audácia da preguiça. Diminui os círculos de interação. Desprivilegia o contato menos íntimo. É sisudo.
Há quem diga que é elegante, mas eu o vejo como prepotente e desalmado. Não há pessoas na frente das casas, nem jardins coloridos, nem crianças sorrindo à vontade. Há pressa nas ruas, há cumprimentos gelados, não há receptividade à mostra. O inverno/frio é silencioso, sujeito ao egoísmo, ao entranhamento, às portas fechadas.
O inverno/frio é feio em sua beleza, sedutor em suas artimanhas de fazer-nos menos afeitos ao compartilhamento de ideias, de espaço, de abraços, de aceitação. Nossos casulos se tornam ainda mais privados e inacessíveis, sem que percebamos.
              Diante de tudo isso, ter um prato quentinho todo dia, chega a ser doloroso. Quase um crime. Uma bonança indigesta. Ter um cobertor é praticamente uma afronta. Sem hipocrisia. Só constatação e sentimento. Sei que a miséria existe o ano todo. Aliás, todos sabemos disso. Porém, o frio é mais invasivo. É mais doído. É mais impiedoso.
              O espírito gelado do inverno/frio não se compadece de crianças, não tem pena dos idosos. Não se abate com a miséria, tampouco entende quem vive qual pária. Alia-se à fome, ao medo, a solidão e tantas outras mazelas, com suas garras dolorosas e insensíveis, a fim de penetrar no mais profundo do ser, retirando de lá o ânimo, a esperança e quase obstruindo toda e qualquer luz.
              Quem necessita não espera algo mais do inverno/frio. Espera algo mais de nós. Mas estamos/estaremos enclausurados demais para atendermos esse chamado.
Minha alma vive a inquietude desses momentos, as desigualdades dessa estação. Sendo humano, sofro mediante nossa desumanidade.
               Não te gosto, frio. Só te admiro em tua perseverança de ser... e passar.

Fonte da imagem: Google imagens/sem autoria






segunda-feira, 18 de abril de 2016

TCHAU, QUERIDA!!!



Em tempos em que Monica Iozzi, Letícia Sabatella e outras nulidades se autodeclaram formadoras de opinião, é preciso ter muita fé para manter as esperanças. É quase um castigo manter a sanidade em meio a tanta idiotice (desculpem, não quis ser rude).
Em tempos em que vemos pessoas exibindo teses políticas sem a menor aptidão, sequer, para a escrita, o desânimo verga o espírito. Não é fácil. Como algumas criaturas conseguem  passar pelo ensino fundamental? MEU DEUS!!!
Ao ver o circo montado na Câmara Federal nesse domingo (algo inevitável para que cheguemos a um “princípio de início de fim”) entendo de pronto porque o país não consegue avançar. É o que digo sempre: os políticos são o reflexo de seus eleitores. E ponto.
Alegar “golpe” ao falar sobre impeachment, beira ao ridículo. Mais ainda, quando é proferido pela boca de quem conhece as leis. Argumento inócuo, quase infantil. Doentio, na verdade.
Ser contra o impeachment usando como argumento as falcatruas de Eduardo Cunha e Temer é surreal. Vindo de petistas, então, vergonhoso. O PT foi CASADO com o PMDB por 14 anos. Só agora viram que essas figuras não prestam?
Nem parece que o líder do governo na Câmara foi pego com milhares de dólares nas cuecas, e que o ex-líder do governo no Senado era o "ilibado" Delcídio do Amaral. E aí???
Impeachment é um processo essencialmente POLÍTICO. E um remédio constitucional. Entenda e aceite isso. Ou fique quieto, que se torna menos vergonhoso.
Nesses termos, o debate não avança, os verdadeiros problemas ficam encobertos por uma cortina de fumaça causada pela superficialidade e pela má-fé!
Manter uma quadrilha no poder a qualquer custo, com um país quebrado e surrupiado, com uma inflação alcançando níveis exorbitantes e com milhares de desempregados, apenas por teimosia ou questões partidárias, mostra o quanto nosso país está despreparado para exercer sua cidadania e democracia.
Política não é brinquedo. É coisa séria, está presente em nossas vidas, em nosso cotidiano. Influencia diretamente em nossa felicidade, nossa harmonia, nosso emprego, nossa educação, nossa saúde.
Colocar a culpa na classe política sem ao menos ter o comprometimento com um voto sério, qualificado, bem analisado, é fácil. Difícil é aguentar as consequências depois. E elas sempre virão.
Fora da política não há salvação. O PMDB é um mal necessário nesse momento. Simples assim. Não há outra alternativa. Ou é isso, ou é a "morte". Remédio amargo até que o paciente apresente melhora. Essa estagnação inconsequente ainda cobrará sua dívida por um longo período.
Os políticos que temos são esses que aí estão. Teremos que resolver essa bagunça com eles no poder, até que possamos, aos poucos, fazer a faxina necessária. Obviamente, essa é uma visão otimista. Existem pessoas que gostam de cometer o mesmo erro várias vezes. E se vender mais vezes ainda. E pouco se importar constantemente.
Realmente cansa ter que debater com pessoas que usam a ignorância como argumento. No final, elas nos vencem pela experiência na “área”!
Ninguém aguenta mais o projeto de poder do PT. A esquerda-caviar nunca foi tão indigesta quanto agora. Quantos “coxinhas” são necessários para que um “mortadela” seja feliz? Até quando vai esse espólio criminoso?
Fico pensando em que mundo algumas pessoas estão... não sabem nada sobre o “foro de São Paulo”, acham que os financiamentos do país às ditaduras é uma mentira, ou então que é normal. Noventa e cinco mil empresas fecharam suas portas no ano passado. Mas não há crise. Dez milhões de desempregados. Mas não há crise.
O MST, MTST, CUT... essas milícias ainda são toleradas. Ainda causam terror e afrontam a liberdade de todos em plena luz do dia.
Os crimes de responsabilidade se amontoam. A obstrução à justiça é diária.
Assim como Lula, Dilma não sabia e não sabe de nada. E nenhum dos dois é culpado de coisa nenhuma. Talvez, de terem nascido.
Dilma foi Ministra de Minas e Energia, fez parte do Conselho da Petrobrás... mas não sabia de nada.
Não sei porque ela não descansa disso tudo no sítio que não é do Lula. Ou em alguma outra fazenda que não é dele, pelo Brasil afora. É muita injustiça.
O fato de um governo não conseguir barrar seu impeachment não deve significar muita coisa. Talvez uma fraqueza momentânea. Afinal, quem se elegeu fraudando eleições, haverá de dar um jeito nisso. Em seguida encontram a tal da “governabilidade”. Ou não. Devo estar exagerando.
E o bandido é o Moro...
Pra encerrar, quero dizer que também não fui eu que escrevi isso. Quando cheguei, já estava assim.
Um abraço.
Quase esqueci: TCHAU, QUERIDA!!!
Obs: não me envergonhem, amigos!